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ūüßėSIDDHARTHA GAUTAMA ‚Äď BUDA ūüßė

Buda n√£o √© o nome de uma pessoa, mas um t√≠tulo: significa ‚Äúaquele que sabe a verdade‚ÄĚ ou ‚Äúaquele que despertou‚ÄĚ, aplicado a algu√©m que atingiu um n√≠vel superior de entendimento. Dessa forma, houve v√°rios budas na hist√≥ria do budismo. De todos, o primeiro, Sidarta Gautama, √© considerado o mais brilhante e tamb√©m o fundador do budismo, no s√©culo 6 A.C, isto √©, h√° mais de 2.600 anos.


A hist√≥ria desse personagem √© mesclada de lendas, pois naquela √©poca n√£o havia a preocupa√ß√£o de fazer registros de fatos. Sabe-se que o pr√≠ncipe Sidarta (‚Äúaquele que realiza todos os desejos‚ÄĚ) nasceu em Lumbini, regi√£o localizada nas plan√≠cies de Terai, no norte da √ćndia, territ√≥rio hoje pertencente ao Nepal. Era filho dos reis da dinastia Sakia. Sua m√£e, a rainha Maya, morreu sete dias ap√≥s o parto.


O reino dos Sakia era apenas uma pequena tribo que estava ameaçada de ficar sob o governo das potências vizinhas. Por isso, esperava-se que Siddhartha se tornasse um líder político e guerreiro. Mas o jovem príncipe logo demonstrou uma tendência à meditação, ao pensamento filosófico e espiritual.


Preocupado, seu pai, o rei Sudoana, tentou afastá-lo desse caminho. Providenciou para que Siddhartha se casasse cedo e vivesse rodeado de luxo, afastado dos problemas da população. Também deu-lhe treinamento especial em literatura e artes marciais.

Foi em vão. Tudo isso só fortaleceu a convicção do príncipe de que a vida só podia oferecer vaidade e sofrimento. Ao atravessar a cidade ele teve contato com a realidade da velhice, da doença, da miséria e da morte. Siddhartha entrou em profunda crise existencial: toda sua vida lhe pareceu uma mentira. Com isso, aos 29 anos, deixou seu palácio e título, e iniciou sua busca para atingir a iluminação, para desvendar o problema do sofrimento humano.


Em suas andan√ßas, havia encontrado um monge que vivia de esmolas e observara que apesar da situa√ß√£o miser√°vel, ele tinha um olhar sereno. Assim, juntou-se a um grupo de br√Ęmanes (sacerdotes da religi√£o hindu) dedicados a uma vida asc√©tica, isto √©, feita de ora√ß√Ķes, priva√ß√Ķes, muita disciplina e mortifica√ß√Ķes. Mortificar-se √© castigar o corpo com jejuns, provocar o pr√≥prio sofrimento f√≠sico e mental, torturar-se como meio de inibir certos desejos.


Siddhartha passou seis anos aprendendo tudo que esses religiosos tinham para lhe ensinar. E percebeu que mortificar-se era in√ļtil: levar o organismo a limites extremos de dor e priva√ß√£o n√£o conduzia √† compreens√£o da vida para atingir a liberta√ß√£o do sofrimento. Essa situa√ß√£o era o extremo oposto do que ele j√° havia experimentado, ao viver entre excesso de prazeres na corte de seu pai. Foi assim que o m√≠stico chegou ao conceito de Caminho do Meio, a busca de uma forma de vida equilibrada, com disciplina suficiente para evitar esses extremos de prazer e dor, pois ambos impediam a clareza de pensamento.


Os br√Ęmanes ficaram escandalizados com esse conceito e o abandonaram. Sozinho, ele prosseguiu e procurou conhecer a si mesmo. Diz a lenda que Siddhartha se sentou para meditar sob uma figueira, a √°rvore Bodhi. Ali, conheceu a d√ļvida sobre o sucesso de sua empreitada, ao ser questionado pelo dem√īnio chamado Mara, que simboliza o mundo das apar√™ncias e √© representado em muitas ilustra√ß√Ķes na forma de uma cobra naja.

Diz a lenda que Mara ofereceu o nirvana a Siddhartha , o estado permanente e definitivo de beatitude, felicidade e conhecimento. Essa era a meta suprema do homem religioso, obtida através de disciplina ascética e meditação. A oferta foi tentadora, mas Siddhartha percebeu que isso o levaria a se distanciar do mundo e o impediria de passar seus ensinamentos adiante.


E n√£o era essa sua inten√ß√£o: ele estava ligado a todos os homens, todos eram seus irm√£os e irm√£s que precisavam de orienta√ß√£o para viver melhor. Assim Siddhartha se transformou, por volta dos 40 anos, no Buda, o iluminado. Come√ßou na cidade de Benares (hoje Varanasi, na √ćndia) a ensinar o darma, isto √©, o caminho para o amadurecimento e a liberta√ß√£o de boa parte do sofrimento na vida terrestre. A essa altura, o n√ļmero de seguidores (disc√≠pulos) do budismo j√° havia crescido bastante, incluindo seu filho e sua esposa. Continuou suas prega√ß√Ķes na regi√£o norte da √ćndia por mais 40 anos, at√© sua morte, convertendo numerosas pessoas e combatendo os br√Ęmanes.


Buda sempre enfatizou que ele n√£o era um Deus e que a capacidade de se tornar um buda pertencia ao ser humano, porque este possui grande potencial para a sabedoria e a ilumina√ß√£o, os objetivos do budismo. De acordo com a tradi√ß√£o, suas √ļltimas palavras foram: ‚ÄúTudo passa. Apliquem-se em buscar a salva√ß√£o‚ÄĚ.

Equipe - Casu√° Campo de Estrelas ‚≠ź


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