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ūüíę O DESENVOLVIMENTO DO ASPECTO F√ćSICO DAS RA√áAS vs O DAS CONSCI√äNCIAS QUE SE MANIFESTAM NELAS ūüíę

Para come√ßar, √© importante entender aspectos espirituais como a diferencia√ß√£o dos ve√≠culos corporais (corpos f√≠sicos da terceira dimens√£o ou de dimens√Ķes superiores) das consci√™ncias que utilizam estes ve√≠culos.


A biologia org√Ęnica em base carb√īnica que comp√Ķem os corpos f√≠sicos da terceira dimens√£o n√£o abrange a totalidade dos corpos dos seres vivos no universo multidimensional. H√° vida em muitas outras estruturas vibracionais e sistemas dimensionais superiores √† terceira dimens√£o, cujos corpos/ve√≠culos para as consci√™ncias que as habitam n√£o s√£o baseados em carbono. Nosso multiverso √© habitado por seres expressando-se em corpos nas mais diversas frequ√™ncias vibrat√≥rias, formas e faixas dimensionais do que a ci√™ncia tradicional suspeita. A vida n√£o se limita √† terceira dimens√£o com base em estruturas carb√īnicas.


Entenda que há vida em muitas mais formas e sistemas além do que seus 5 sentidos físicos são capazes de captar. Para compreender este aspecto fundamental é necessário que consiga entender dois preceitos básicos, mas que transformam completamente o paradigma dualista limitado desta dimensão:


1- A vida √© a consci√™ncia inteligente que anima os corpos e os configura por meio do colapso da energia/onda em energia/part√≠cula, seja colapsando formas energ√©ticas em corpos biol√≥gicos com base carbono, ou em outro tipo de corpos dimensionais superiores √† terceira dimens√£o. √Č importante entender isto porque a consci√™ncia n√£o √© um produto da evolu√ß√£o org√Ęnica e sim o contr√°rio. √Č a consci√™ncia que manifesta a mat√©ria e n√£o a mat√©ria que manifesta consci√™ncia.


2- A vida √© eterna, ela n√£o acaba quando a consci√™ncia deixa de animar um corpo/ve√≠culo em qualquer dimens√Ķes ou realidade onde o ser se manifeste, seja na terceira dimens√£o ou em dimens√Ķes superiores/paralelas.


Esclarecida a diferencia b√°sica entre consci√™ncias e os corpos dimensionais que elas utilizam (ra√ßas e dimens√Ķes onde se manifestam), √© importante entender agora que uma coisa √© o desenvolvimento dessas consci√™ncias como almas eternas, crescendo em sabedoria por meio de suas m√ļltiplas, in√ļmeras e multidimensionais experi√™ncias encarnando, entrando e saindo de ra√ßas, mundos e dimens√Ķes pelo cosmos, onde estas consci√™ncias s√£o sempre volunt√°rias para se desenvolverem em certos sistemas e suas ra√ßas relacionadas a fim de aprender e se expandir, do que aquilo que estas ra√ßas fazem enquanto est√£o realizando seus experimentos gen√©ticos nas suas explora√ß√Ķes e cria√ß√Ķes dentro dos sistemas que elas habitam.


Na Terra, ao longo das eras, houve a interven√ß√£o de muitas ra√ßas extraterrestres diferentes que, conforme suas pr√≥prias agendas, modificaram a experi√™ncia e interviram no desenvolvimento da ra√ßa humana por diferentes motivos e interesses particulares √†quelas ra√ßas. Isto pode ser compar√°vel ao que alguns humanos fazem nas suas pesquisas e explora√ß√Ķes cient√≠ficas quando interv√©m nos ecossistemas de outras ra√ßas animais e vegetais do planeta, alterando seus habitats naturais e fazendo testes gen√©ticos com elas para seus pr√≥prios interesses investigativos e os diversos prop√≥sitos de tais experimentos.


Se pergunt√°ssemos a esses grupos de cientistas humanos e seus patrocinadores sobre o porqu√™ de tais experimentos, cada grupo justificaria seus interesses conforme seus objetivos e a busca de respostas √†s quest√Ķes que os mobilizaram nessas pesquisas.


Alguns desses objetivos poder√£o ser mais louv√°veis ou benevolentes do que outros, e cada grupo defender√° seus interesses particulares, certo? √Č exatamente assim que aconteceu a n√≠vel de interfer√™ncias de v√°rias ra√ßas extraterrestres sobre a esp√©cie humana neste planeta ao longo das eras.


N√£o podemos ser ing√™nuos perante esta interven√ß√£o extraterrestre em nosso planeta e no nosso desenvolvimento como esp√©cie, mas lembre que uma coisa s√£o as esp√©cies biol√≥gicas raciais e outra as consci√™ncias que se desenvolvem encarnando nestas ra√ßas. N√≥s n√£o somos humanos, n√≥s estamos humanos. N√≥s somos a consci√™ncia que manifesta sua experi√™ncia nas diferentes dimens√Ķes, e n√£o os corpos que usamos.


Os extraterrestres n√£o s√£o Deuses que criaram as nossas consci√™ncias, assim como a f√°brica de carros Ford n√£o pode se atribuir a cria√ß√£o da pessoa que √© o motorista que dirige uma Ecoesport fabricada por eles. Mas a f√°brica Ford e seus engenheiros podem sim se considerar respons√°veis por desenvolver o design dos carros e suas vers√Ķes, compreende esta analogia?


Nesta criação de formas habitáveis pelo espírito, há de tudo lá fora na galáxia assim como em todas partes. Algumas coisas mais legais e organizadas por seres mais bondosos e outras não tão legais orquestradas por seres menos benevolentes. A fraternidade entre os povos galácticos impera entre a maioria confederada destas raças, mas há dissidentes, revoltados, povos mais belicosos, conquistadores, dominadores, etc. Como também há essas tendências entre certos povos da Terra. Mas toda esta história e herança Galáctica com seus prós e seus contras contribuiu, de certa forma, para a expansão da experiência humana e do crescimento exponencial das consciências que reencarnam aqui neste planeta.


Muitas daquelas consci√™ncias que fizeram tais interven√ß√Ķes menos √©ticas no passado quando estavam encarnadas em ra√ßas extraterrestres, hoje est√£o encarnadas entre os humanos a fim de realizar suas curas e resgates c√°rmicos. O livre arb√≠trio permite que a experimenta√ß√£o seja ampla, mas a regra exige que os seres colham os frutos de suas obras. Voc√™ pode fazer o que quiser (a semeadura √© opcional), mas arcar√° com a responsabilidade de suas cria√ß√Ķes (a colheita √© obrigat√≥ria). Assim, n√£o adianta apontar o dedo para "os extraterrestres" e culpar por problemas na ra√ßa humana se voc√™ entendeu o que eu disse antes, pois essas consci√™ncias que interviram no passado podemos, muito bem, ser n√≥s mesmos colhendo os frutos da nossa cria√ß√£o. Repito a m√°xima: n√≥s n√£o somos humanos, n√≥s estamos humanos.


O que é humano é nosso veículo dimensional planetário neste ambiente de experimentação da nossa consciência.


A interven√ß√£o extraterrestre por diversas ra√ßas ao longo das eras modificou a gen√©tica original projetada para o desenvolvimento da ra√ßa chamada ad√Ęmica (projeto gen√©tico de desenvolvimento da humanidade Adam/Eva Kadmon) neste planeta, e essa interven√ß√£o se refere aos ve√≠culos f√≠sicos com base carb√īnica (o corpo f√≠sico que √© o carro da alma ou o ve√≠culo da consci√™ncia. Por favor, lembre de separar o motorista do carro que ele conduz, pois s√£o coisas diferentes. Recorde o exemplo da f√°brica Ford que projetou a Ecoesport, que n√£o √© quem criou o condutor desse carro).


Assim, precisamos tomar consci√™ncia de que muitas outras ra√ßas interviram alterando e modificando o projeto Adam/Eva Kadmon original para ser o lar das almas que encarnariam como humanas, cada um com seus pr√≥prios interesses, fazendo isto por diversas vezes, modificando o DNA do corpo humano ao longo das eras. Estas ra√ßas tem um d√©bito c√°rmico c√≥smico com os humanos e hoje desenvolvem um papel de resgate perante esta ra√ßa devido √†s atua√ß√Ķes menos √©ticas do passado. Muitos seres provenientes destas ra√ßas extraterrestres est√£o aqui auxiliando na √©poca de transi√ß√£o planet√°ria, n√£o apenas porque s√£o boazinhas com os humanos, mas porque est√£o ajudando no processo de resgate c√°rmico dos seus exilados aqui e que precisaram encarnar para resgatar seu carma com esta esp√©cie.


Alguns seres extraterrestres encarnados agora como humanos também vieram como voluntários atendendo ao pedido de seres superiores que cuidam deste projeto planetário para ajudar na ascensão da raça humana, a fim de que as pessoas consigam passar pelo processo de transição planetária das formas mais suaves possíveis. Estes seres são conhecidos como sementes das estrelas. Você pode ser um exilado ou pode ser uma semente estelar.


Por ASSÊ.


Equipe Casu√° Campo de Estrelas


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